27 de maio de 2013

sossego de paz

Que paz que me dei. Que bom é sentir o que envolve a nossa alma tão parado, tão adormecido, tão bem. Que esta melodia me embale sempre desta maneira. Que me faça ficar aqui sem desejar fugir ainda mais do que aquilo que já corri. Estava cansada e agora não. Só quero que a minha alma dance até ao fim desta música e se sinta bem. Quero que me dês corpo, quero preencher-te e assim fazer com que o nosso coração volte a ser a mais preciosa das coisas que tenho para guardar dentro do meu insignificante ser. Isto queima, arde. Arde saber que as palavras se tranformação em promessas de sangue. O nosso sangue que antes era quente e circulava a velocidades loucas.. Agora, falando por mim, não o tenho, ou tenho. É conforme as horas, depende do momento. Tem momentos em que congela, fica ali, parado sem se ver, sem se sentir. E há outros momentos em que simplesmente desaparece. Calculo que seja o vento que o mo tira e leva-o a dançar no teu corpo. 

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