Já não podia fugir mais.
Estava lá preso
Era a única forma de acender o cigarro.
Fugir de quem ama
e de quem não amarro
ir para a varanda.
Mas será que ainda me ama?
Ainda pergunta:
"Que estou eu a fazer?
Porque razão é um cigarro tão curto?
Porque será a vida tão dura?
Porque será a dor tão insuportável?
Que terei feito eu agora?
Porque é que nos fazem isto?
Já me posso ir embora?"
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