Tenho vivido do que me contam e rapidamente te tornaste numa figura fictícia que eu perdi dentro de tudo o que conhecia. É como se tivesses morrido e as pessoas continuam a falar de ti e do que tu fazes na tua pós-vida. E eu só os oiço. Eu não te vejo. Longe estou eu sequer de pensar em voltar a tocar-te.
Limito-me a encaixar imagens na minha cabeça de uma pessoa sem voz nem riso. E tudo o que faz é o que me dizem. És uma marioneta das palavras que me atiram.
Sem comentários:
Enviar um comentário