25 de junho de 2013

olhos de mongol





preciso deles. já não sei, nem percebo como seria possível.. não sei como foi possível tal cumplicidade.

é porque preciso de mais espaço. este louco respirar. são tudo problemas de expressão que não quebram. nada quebra. nem o fogo se deixa embalar. mesmo a peito do chão, é só mais um amor sem respirar..
pobre que és por deixares meu corpo ao abandono nesta quelha. tão estreita que agora me fez sentir. tão reduzida a alma que me toca. pequenas, são todas pequenas mas tão cheias. repletas de vazios olhos de mongol. aqui jazem.

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